Euromonitor: o olhar estrangeiro sobre o luxo brasileiro

Diretora da Euromonitor, uma das principais consultorias do mercado de luxo global, avalia o atual quadro do setor no Brasil. E a imagem criada não é muito positiva.

Falta rumo à economia. Os escândalos políticos sucessivos criam instabilidade. O desemprego chegou a níveis históricos. O poder de compra da classe média foi corroído. O PIB entrou no negativo por conta da queda das exportações de commodities. O câmbio viu o dólar disparar. Em resumo: não há ambiente de negócios saudável no Brasil.
A conclusão é de Fflur Roberts, head de pesquisa em luxury goods da Euromonitor, uma das consultorias mais respeitadas do segmento luxo no mundo. Em artigo assinado na internet, a executiva elenca e descreve as dificuldades enfrentadas pelas marcas do setor em operarem no País.
O texto é o ponto de partida do editorial assinado por Fabiano Mazzei, diretor do portal Business Luxo, que comenta a análise da executiva.
O mercado de luxo brasileiro vive, de fato, a sua crise mais aguda, após anos de bonanza. O varejo, sobretudo, e nos segmentos de produtos de maior apelo junto a classe média. No entanto, alguns setores como o náutico, o imobiliário e o hoteleiro seguem com suas contas no azul. Itens de maior valor, mesmo quando falamos de relógios, bolsas e acessórios, permanecem com suas vendas regulares.
O que esperar, então, dos próximos meses de 2017? Leia na íntegra do editorial, publicado no canal B|Editor. Ou clique aqui.

(Da Redação|SP)